quinta-feira, 22 de abril de 2010

Sou torcedor do Flamengo- RJ !!!!!!!! Mengoooooooooo!!

E não entendo o porquê de um craque que teve um destaque muito grande na conquista do Campeonato Brasileiro de 2009, fique no banco de reservas e só entre nos últimos minutos de uma partida.É prejudicar demais esse craque ,que só deu alegrias no ano passado !!!

Não entendo também ele ser substituído por um outro jogador que não tem as mesmas características táticas , que não possui a mesma qualidade técnica.

Só porque este outro jogador corre mais ?? Ou porque ele é queridinho do Técnico ??

Esse craque só pode ficar aborrecido com o clube.

Está mais que na hora de o Flamengo se redimir com esse craque e voltar a conquistar os títulos que merece.

A receita é fácil :
- Identifique o que fez o Flamengo ganhar o campeonato Brasileiro de 2009;
- Depois identifique quais jogadores saíram depois da conquista;
- Depois veja se aqueles que entraram compensaram e mantiveram o time com a mesma pegada , poder defensivo e ofensivo.
- Faça um time com todos os jogadores que estão no Flamengo e conquistaram o Título do ano passado e somente corrija os jogadores que não conseguiram entrar bem na equipe;
- E além disso deve-se tentar uma conversa mto séria com o Grande Imperador Adriano, que é o melhor atacante do time. Visto que ele torna o time mais ofensiso.
-E não esqueça de manter o craque no time.

Esse craque é o grande Pet.

Valeu!!!!!!!!!!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O porquê dessas Chuvas no Rio de Janeiro


O principal fato que provocou um aumento considerável na pluviosidade na região Sudeste foi a frente úmida deslocada por ventos proveniente da região Amazõnica.

Portanto, constata-se que o problema está lá e não aqui. Algo de errado está acontecendo naquela região ( Amazônica). Provavelmente em decorrência do desmatamento desenfreado e consequente diminuição da flora.

As chuvas que teriam que cair lá estão se deslocando por causa dos ventos e caindo aqui.

Também há que se lembrar que as queimadas de matas são diferentes das queimadas dos combustíveis fósseis, que lançam mais Metano em relação ao Gás carbônico. E o Carbono possui um impacto maior sobre o efeito estufa. Nesse caso, o impacto é ainda maior do que as toneladas de Carbono possam indicar em relação ao desmatamento.

O outro grande impacto do desmatamento é o que atinge o ciclo hidrológico
e o regime das chuvas na Amazônia e regiões vizinhas, podendo afetar
áreas distantes, inclusive São Paulo e Rio de Janeiro.

Em nossas quadras de medida de erosão, em Rondônia — em pastagens — utilizamos 4 tambores só para apanhar a água que escorre num pequeno espaço de 10 m2. Adota-se essa área tão reduzida para não transbordar os tambores. Toda a água que cai acaba se projetando no escoamento superficial, entrando nos igarapés; não entra no solo para se tornar disponível para as raízes das árvores, que a sugaria e a devolveria novamentepara o ar. Um tambor é suficiente para fazer a tomada de toda a água que sai da quadra; e, muitas vezes, só há um balde suspenso, dentro do tambor.

A diferença é marcante na quantidade de água que sai pela superfície. O primeiro ano de dados obtidos em Manaus indicou que a quantidade de escoamento na pastagem
é da ordem de 10 vezes mais do que na floresta. Então, é uma ordem de grandeza
muito diferenciada.

E, quando se pensa na escala da Amazônia, isso implica em impactos até
globais. Temos que nos lembrar que a Amazônia brasileira comporta uma área
de 5 milhões de km2, sendo que, na somatória de todos os espaços, envolve
muita água, que acaba reciclada pela floresta. Possuímos medidas pontuais mais
grosseiras, representadas pela simples comparação entre a vazão do rio Amazonas
e a quantidade de chuva que cai, medida pelos pluviómetros que se mantêm
nos aeroportos espalhados pela região.

É mais facilmente medido em Óbidos,parte mais estreita do rio Amazonas, que não envolve toda a Bacia, mas uma boa parte dela. E, comparando a água que escoa por ano, pelo rio, com a que tomba como chuva, é quase exatamente o dobro. Em outras palavras, o volume d'água que cai como chuva, comparado com aquilo que saiu pelo rio, indica que a outra metade voltou para o ar, em vez de sair pelo rio.

E, quando se utiliza a informação de que existe uma ordem de 10 vezes a quantidade de água que sai dessas áreas desmatadas, pode-se avaliar a imensidão de água que está
em jogo. É muito importante lembrar a escala desse fato, em termos do rio
Amazonas. Esse grande rio, na altura do encontro das águas, perto de Manaus,
o Amazonas já é um rio imenso. As medidas feitas através de todo o rio mostram
seu enorme volume d'água.

Mas é a mesma quantidade de água que se vê no rio Amazonas que está voltando para o ar, através das folhas, sendo que 50% ninguém vê. E uma coisa muito fácil para qualquer pessoa verificar; basta colocar um saco plástico em volta de um galho com algumas folhas e, dentro de poucos minutos, estará tudo suado por dentro, com gotinhas d'água. Aquilo é água saindo das folhas que, somada com bilhões de águas similares na Amazônia,representam o rio Amazonas.

Então, essa água é muito importante para manter o ciclo hidrológico na região. A água é transportada em forma de nuvem:
uma parte vem do Oceano Atlântico, e, outra, é proveniente do bombeamento
pelas árvores. E, medidas das razões de radioisótopos nessa água, feitas
pelo grupo do Salatti, indicam que 50% ficam reciclados pela floresta na região
entre Belém e Manaus.

Essas medidas indicaram, também, que existe uma diferença em relação ao distanciamento do mar: a participação da floresta é maior em Manaus do que em Belém; a média é que atinge 50%. Então, logicamente,afastando-se mais do mar, a floresta torna-se mais importante como reservatório
d'água.

E, chegando ao Acre ou Rondônia — que é justamente o lugar onde tem
o maior surto atual de desmatamento — a importância da floresta seria muito
maior do que 50%. É fácil deduzir que essas áreas iriam sofrer maior impacto
de desmatamento sobre o clima.

Esse fato é confirmado por vários outros estudos,inclusive o transporte da água para outras regiões. Registro, aqui, dados publicados, de simulação por computador, da circulação global (clima global)feita pelo Instituto Goder de Estudos Espaciais, em Nova York.

Essa pesquisa indicou que a massa de umidade que começa na Amazônia projeta-se depois,como chuva, em toda uma imensa região do Planalto Brasileiro. Então, atinge,
por exemplo, Rio e São Paulo, a parte mais produtiva em termos agrícolas do Brasil
O outro grande impacto do desmatamento é o que atinge o ciclo hidrológico e o regime
das chuvas naAmazônia e regiões vizinhas, podendo afetar áreas distantes,
inclusive São Paulo.

Outros dados também confirmam isso. Na observação do movimento
das nuvens, por satélites meteorológicos — aquelas fotografias que saem no jornal
todo dia — pode-se ver o movimento das nuvens. Observa-se a seqüência em
que cada massa de nuvens formadas sobre a Amazônia muda de trajeto em certas
altitudes, sendo transportada para a região de São Paulo e Paraná, as partes
mais produtivas do Brasil. Esse é um exemplo de como o desmatamento da
Amazônia pode afetar a agricultura no resto do País.

Outro fato muito importante sobre a ciclagem hidrológica, talvez mais importante
do que o dado grosseiro de 50% de chuva, é a diferença entre a época
seca e a época chuvosa. Os dados disponíveis, sobre o vapor d'água, indicam
que a floresta é mais importante durante a época seca. É muito mais fácil entender
porque isso ocorre.

Na época seca, as pastagens ficam em degenerescência
periódica. As folhas do capim morrem, e elas não têm capacidade de transportar
a água e, portanto, de devolver a água para o ar; enquanto, nas áreas florestadas,
a vegetação permanece verde durante o ano inteiro, o que significa
que ela continua bombeando água também na época da seca. Isso implica em
prever a possibilidade do aumento do perigo de ter supersecas, de quando em
vez, na Amazônia.

Existem dados de 31 anos, para Altamira, na Transamazônica, que indicam
a chuva mensal, a média mensal, e um desvio-padrão. Esses dados indicam
a existência de uma tremenda variação, de um ano para outro, na quantidade de
chuva que cai. E, nas épocas de estiagem, é muito fácil de se observar o prolongamento de um período seco, o qual, via de regra, é de um mês a mais, um
mês a menos; mesmo sem desmatamento.

Os desmatamentos, em grande escala, aumentam essa variabilidade, ocorrendo mínimo de chuva de estiagem, aumentando muito o perigo de ocorrer secas muito mais longas do que as atuais: um prejuízo potencial não só para a agricultura, como também para a sobrevivência da própria floresta. Temos já os primeiros resultados de um estudo que está sendo feito ao norte de Manaus - nas fazendas, no distrito agropecuário da
SUFRAMA — no projeto WWF e INPA, numa área onde ocorrem ilhas de matas
deixadas no meio das pastagens.

Existem, aí, mais de 80 mil árvores, todas com etiquetinhas de alumínio; o conjunto sendo mapeado e seguido, para se ver quando cada árvore morre, como é que morre, entre muitas outras observações.

Já se observou que, nas matas, as árvores situadas em beiradas das reservas
morrem muito mais rapidamente do que aquelas que estão mais interiorizadas.
Esse seria um efeito do ressecamento — do stress hidráulico — que essas árvores
estão sofrendo. Aconteceria o seguinte: com a abertura da copa da floresta, com
a morte das árvores, isso acarreta, a nível regional, uma diminuição da chuva,
fato que implica ainda em mais ressecamento na floresta, mais mortalidade de
árvores e, logo, mais aberturas no dossel das florestas.

Também, a nível local,expõe a floresta para a entrada direta do sol e do vento, ressecando mais o conjunto. E, aí, ocorrem dois círculos viciosos de degenerescencia florestal.

Trata-se de um fenecimento diferencial. Nas reservas do WWF, onde árvores,
na beirada, muitas vezes, morrem em pé. Esse fato indica que não são puxadas
por cipós ou outras coisas para provocar a morte. Seria mais provável por causa
do ressecamento do microclima nesses lugares, uma coisa facilmente perceptível,
para quem caminha da derrubada para dentro da floresta.

Existe um perigo nesse tipo de disclímax, que é o desvio da sucessão ecológica: no caso, ao invés do retorno para algum tipo de floresta com árvores, de se caminhar para tipos de gramíneas. Numa pastagem degradada no Acre, em solos muito degradados,
ao invés de retornarem embaúbas, numa vegetação secundária, entraram
espécies de andrópolos, chamadas de rabo-de-cavalo, que se alastram especialmente
em solos degradados.

Trata-se de um tipo de ocorrência muito mais comum na Ásia do que na América do Sul. No caso, ao invés do retorno da floresta, sucedem-se gramíneas invasoras: um fato que deve estar relacionado ao ressecamento do clima, e que aumenta muito o impacto do desmatamento, tanto sobre o ciclo das chuvas como também sobre o efeito estufa.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Chuva no Rio de Janeiro

Por que sempre quando chove no Rio isto acontece ?

- Ruas intransitáveis;
- Redes de esgoto entupidas e sem capacidade de escoamento;
- Deslizamentos de terra;
- Lixos não recolhidos provocando os entupimentos;

O fato é que para cada problema deve haver soluções específicas. E prevenir o caos.
Afinal seremos a sede da Copa e das Olimpíadas !!!