sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Vergonhosa a atitude da paulistada




São impressionantes as atitudes da paulistada !




A torcida do São Paulo torceu para o São Paulo perder para o Fluminense. Para não favorecer o Corinthians.


Então o São Paulo perdeu !!




A torcida o Palmeiras torceu para o Palmeiras perder para o Fluminense. Para não favorecer o Corinthians.


Então o Palmeiras perdeu !




E agora a torcida do Guarani torce para o Guarani perder para o Fluminense. Para não favorecer o Corinthians e tornar um time carioca campeão novamente do Campeonato Brasileiro !




Eu sou carioca e Flamengista de coração !!


E torço para o tricolor carioca ganhar de toda essa paulistada que não tem vergonha de entregar o jogo !




E ainda dizem que o Flamengo é o time mais odiado do país ! rsrsrsrs




Na verdade o Flamengo é o time mais amado !!!




E o Corinthians o mais odiado , pois nem a paulistada torce a favor !!




Atenção torcida rubro-negra !


Comece o hino assim:




Uma vez Flamengo , só agora Fluminense ...
( mas só agora mesmo...)



Valeu !!

terça-feira, 8 de junho de 2010

A seleção brasileira de futebol enfrentou Zimbabwe e Tanzânia na preparação para a Copa do Mundo.

Essas foram as duas opções identificadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), após uma longa busca para amistosos antes do início do torneio.

A intenção da comissão técnica era encontrar adversários de menos peso do que a seleção poderia servir para adquirir o ritmo de jogo antes de sua primeira Copa do Mundo, em 15 de junho, contra a Coréia do Norte.


"Nesses três anos e meio com o (técnico) Dunga, jogou praticamente todas as grandes equipes do mundo. Há muito mais para provar, mas para adquirir o ritmo de jogo e estar pronto para a Copa", disse o zagueiro Juan sobre os adversários.

A seleção da Tanzânia é atualmente o local 108 do ranking mensal da Fifa, cinco superiores a Zimbabwe na lista é para o Brasil no topo.

Após a sua primeira partida contra a Coréia do Norte, o Brasil enfrentará a Costa do Marfim e Portugal, os seus outros rivais no grupo G.

Será que Dunga fez o correto ? Será que os jogadores adquiriram conjunto e forma física jogando contra seleções tão inferiores ?

A Itália , por exemplo, enfrentou duas seleções que também participarão da Copa; O primeijo jogo foi contra o México; e o segundo; contra a Suiça.

Eu entendi a intenção do Dunga, mas não sei se foi a melhor alternativa.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Zico voltou ! O verdadeiro Imperador do Flamengo !!!


Já era hora !!

Foi longa a espera. Vinte anos. Mas nesta terça-feira o torcedor do Flamengo pôde voltar a comemorar com Zico. O Galinho de Quintino assumiu oficialmente a função de diretor-executivo rubro-negro e terá a missão de coordenar todas as ações do futebol do clube. Entre elas, contratações, dispensas e a reestruturação física do clube, sua prioridade.

Zico se mostrou emocionado em suas primeiras palavras como dirigente do Flamengo.

- Em termos de coração, nunca deixaria o Flamengo. Mas segui meu caminho de trabalho. Viajei muito por esse mundo afora. Conheci muitas maneiras de se trabalhar dentro e fora de campo. Ao voltar ao Brasil, o único lugar para trabalhar seria o Flamengo. Já tive de enfrentar a seleção brasileira e foi muito duro. E seria ainda mais duro enfrentar o Flamengo - disse o eterno ídolo, referindo-se aos jogos que fez contra o Brasil no comando da seleção do Japão, pela Copa das Confederações de 2005 e na Copa do Mundo de 2006.

Zico retorna no aniversário de 30 anos do primeiro título brasileiro do Fla. Comente

A emoção do dia histórico, porém, deu lugar à razão na maior parte da festa. Zico pediu para que a torcida tente deixar de lado as cobranças de falta precisas, os dribles geniais, concentrando-se apenas no futuro como dirigente. Ele garante estar pronto para eventuais pressões no novo cargo.

- Venho de peito aberto e estou preparado. Peço que tenham confiança no trabalho que será executado. Queremos deixar um trabalho firme, sério. O nosso tempo vai passando e a gente vive de desafios. Tenho acompanhado de perto todo o processo que o Flamengo passa. Sei da responsabilidade que cabe a mim. Chegou o momento de tomar essa decisão. Milagre ninguém faz. Não tenham aquela expectativa. E posso dizer que não estava tudo errado. Ninguém ganha tanto com tudo errado. Temos que dar as melhores condições para os atletas. Os jogadores dos outros centros precisam saber o que o Flamengo pode dar a eles. Nosso primeiro objetivo é tentar terminar o Centro de Treinamento George Helal, no Recreio dos Bandeirantes (Ninho do Urubu).

No salão nobre do clube, conselheiros do Flamengo, entre eles os ex-presidentes George Helal, Gilberto Carodoso Filho e Delair Dumbrosck, se misturavam aos muitos jornalistas e rubro-negros ilustres, como Júnior, Andrade, Lazaroni, Jayme e Silva Batuta. O ex-vice presidente de futebol Marcos Braz também se fez presente. A presidente Patrícia Amorim resumiu a emoção de todos os rubro-negros.

- É com muito orgulho que apresentamos o ídolo e âncora desse clube, Arthur Antunes Coimbra, o nosso Zico. É um momento histórico, um momento único. Hoje, o Flamengo escreve mais um capítulo em sua história. Isso vai resgatar a união política necessária ao clube. O Zico é o ídolo da maior nação do país. Estamos imbuídos de ajudar esse grande profissional a fazer o Flamengo a crescer. O Flamengo dá um grande passo na sua história – discursou a presidente.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Esta seleção de 2010


Esta seleção sem Ronaldinho Gaúcho, sem Neimar , sem Paulo Henrique Ganso e sem Adriano e com Kaká em má fase é uma seleção sem criatividade, sem ousadia , sem estrelas .
Mas é uma seleção de característica defensiva e extremamente fiel ao esquema tático imposto pela comissão técnica.
Resta-nos então confirmar se esta seleção realmente terá êxito na Copa de 2010.

faltou ousadia !!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Minha Seleção Brasileira

Goleiro- Vitor ( do Grêmio), Rogério Ceni e Julio Cesar

lateral Direita - Leo Moura e Maicon

Zagueiro - Lúcio , Ruan, Miranda e Thiago Silva

Lateral Esquerda - Juan e Gilberto

Meio de Campo - Kaká, Ganso, Wilians ( Flamengo), Cleverson,Gilberto Silva,Diego Souza , Ronaldinho Gaúcho e Felipe Coutinho.

Atacante- Wagner Love, Adriano, Neimar, Luis Fabiano

Esta é a minha seleção.

Dunga, aprenda comigo !!!!!!!!!!!!!

Boa sorte Brasil !!

E que venha Portugal!!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Sou torcedor do Flamengo- RJ !!!!!!!! Mengoooooooooo!!

E não entendo o porquê de um craque que teve um destaque muito grande na conquista do Campeonato Brasileiro de 2009, fique no banco de reservas e só entre nos últimos minutos de uma partida.É prejudicar demais esse craque ,que só deu alegrias no ano passado !!!

Não entendo também ele ser substituído por um outro jogador que não tem as mesmas características táticas , que não possui a mesma qualidade técnica.

Só porque este outro jogador corre mais ?? Ou porque ele é queridinho do Técnico ??

Esse craque só pode ficar aborrecido com o clube.

Está mais que na hora de o Flamengo se redimir com esse craque e voltar a conquistar os títulos que merece.

A receita é fácil :
- Identifique o que fez o Flamengo ganhar o campeonato Brasileiro de 2009;
- Depois identifique quais jogadores saíram depois da conquista;
- Depois veja se aqueles que entraram compensaram e mantiveram o time com a mesma pegada , poder defensivo e ofensivo.
- Faça um time com todos os jogadores que estão no Flamengo e conquistaram o Título do ano passado e somente corrija os jogadores que não conseguiram entrar bem na equipe;
- E além disso deve-se tentar uma conversa mto séria com o Grande Imperador Adriano, que é o melhor atacante do time. Visto que ele torna o time mais ofensiso.
-E não esqueça de manter o craque no time.

Esse craque é o grande Pet.

Valeu!!!!!!!!!!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O porquê dessas Chuvas no Rio de Janeiro


O principal fato que provocou um aumento considerável na pluviosidade na região Sudeste foi a frente úmida deslocada por ventos proveniente da região Amazõnica.

Portanto, constata-se que o problema está lá e não aqui. Algo de errado está acontecendo naquela região ( Amazônica). Provavelmente em decorrência do desmatamento desenfreado e consequente diminuição da flora.

As chuvas que teriam que cair lá estão se deslocando por causa dos ventos e caindo aqui.

Também há que se lembrar que as queimadas de matas são diferentes das queimadas dos combustíveis fósseis, que lançam mais Metano em relação ao Gás carbônico. E o Carbono possui um impacto maior sobre o efeito estufa. Nesse caso, o impacto é ainda maior do que as toneladas de Carbono possam indicar em relação ao desmatamento.

O outro grande impacto do desmatamento é o que atinge o ciclo hidrológico
e o regime das chuvas na Amazônia e regiões vizinhas, podendo afetar
áreas distantes, inclusive São Paulo e Rio de Janeiro.

Em nossas quadras de medida de erosão, em Rondônia — em pastagens — utilizamos 4 tambores só para apanhar a água que escorre num pequeno espaço de 10 m2. Adota-se essa área tão reduzida para não transbordar os tambores. Toda a água que cai acaba se projetando no escoamento superficial, entrando nos igarapés; não entra no solo para se tornar disponível para as raízes das árvores, que a sugaria e a devolveria novamentepara o ar. Um tambor é suficiente para fazer a tomada de toda a água que sai da quadra; e, muitas vezes, só há um balde suspenso, dentro do tambor.

A diferença é marcante na quantidade de água que sai pela superfície. O primeiro ano de dados obtidos em Manaus indicou que a quantidade de escoamento na pastagem
é da ordem de 10 vezes mais do que na floresta. Então, é uma ordem de grandeza
muito diferenciada.

E, quando se pensa na escala da Amazônia, isso implica em impactos até
globais. Temos que nos lembrar que a Amazônia brasileira comporta uma área
de 5 milhões de km2, sendo que, na somatória de todos os espaços, envolve
muita água, que acaba reciclada pela floresta. Possuímos medidas pontuais mais
grosseiras, representadas pela simples comparação entre a vazão do rio Amazonas
e a quantidade de chuva que cai, medida pelos pluviómetros que se mantêm
nos aeroportos espalhados pela região.

É mais facilmente medido em Óbidos,parte mais estreita do rio Amazonas, que não envolve toda a Bacia, mas uma boa parte dela. E, comparando a água que escoa por ano, pelo rio, com a que tomba como chuva, é quase exatamente o dobro. Em outras palavras, o volume d'água que cai como chuva, comparado com aquilo que saiu pelo rio, indica que a outra metade voltou para o ar, em vez de sair pelo rio.

E, quando se utiliza a informação de que existe uma ordem de 10 vezes a quantidade de água que sai dessas áreas desmatadas, pode-se avaliar a imensidão de água que está
em jogo. É muito importante lembrar a escala desse fato, em termos do rio
Amazonas. Esse grande rio, na altura do encontro das águas, perto de Manaus,
o Amazonas já é um rio imenso. As medidas feitas através de todo o rio mostram
seu enorme volume d'água.

Mas é a mesma quantidade de água que se vê no rio Amazonas que está voltando para o ar, através das folhas, sendo que 50% ninguém vê. E uma coisa muito fácil para qualquer pessoa verificar; basta colocar um saco plástico em volta de um galho com algumas folhas e, dentro de poucos minutos, estará tudo suado por dentro, com gotinhas d'água. Aquilo é água saindo das folhas que, somada com bilhões de águas similares na Amazônia,representam o rio Amazonas.

Então, essa água é muito importante para manter o ciclo hidrológico na região. A água é transportada em forma de nuvem:
uma parte vem do Oceano Atlântico, e, outra, é proveniente do bombeamento
pelas árvores. E, medidas das razões de radioisótopos nessa água, feitas
pelo grupo do Salatti, indicam que 50% ficam reciclados pela floresta na região
entre Belém e Manaus.

Essas medidas indicaram, também, que existe uma diferença em relação ao distanciamento do mar: a participação da floresta é maior em Manaus do que em Belém; a média é que atinge 50%. Então, logicamente,afastando-se mais do mar, a floresta torna-se mais importante como reservatório
d'água.

E, chegando ao Acre ou Rondônia — que é justamente o lugar onde tem
o maior surto atual de desmatamento — a importância da floresta seria muito
maior do que 50%. É fácil deduzir que essas áreas iriam sofrer maior impacto
de desmatamento sobre o clima.

Esse fato é confirmado por vários outros estudos,inclusive o transporte da água para outras regiões. Registro, aqui, dados publicados, de simulação por computador, da circulação global (clima global)feita pelo Instituto Goder de Estudos Espaciais, em Nova York.

Essa pesquisa indicou que a massa de umidade que começa na Amazônia projeta-se depois,como chuva, em toda uma imensa região do Planalto Brasileiro. Então, atinge,
por exemplo, Rio e São Paulo, a parte mais produtiva em termos agrícolas do Brasil
O outro grande impacto do desmatamento é o que atinge o ciclo hidrológico e o regime
das chuvas naAmazônia e regiões vizinhas, podendo afetar áreas distantes,
inclusive São Paulo.

Outros dados também confirmam isso. Na observação do movimento
das nuvens, por satélites meteorológicos — aquelas fotografias que saem no jornal
todo dia — pode-se ver o movimento das nuvens. Observa-se a seqüência em
que cada massa de nuvens formadas sobre a Amazônia muda de trajeto em certas
altitudes, sendo transportada para a região de São Paulo e Paraná, as partes
mais produtivas do Brasil. Esse é um exemplo de como o desmatamento da
Amazônia pode afetar a agricultura no resto do País.

Outro fato muito importante sobre a ciclagem hidrológica, talvez mais importante
do que o dado grosseiro de 50% de chuva, é a diferença entre a época
seca e a época chuvosa. Os dados disponíveis, sobre o vapor d'água, indicam
que a floresta é mais importante durante a época seca. É muito mais fácil entender
porque isso ocorre.

Na época seca, as pastagens ficam em degenerescência
periódica. As folhas do capim morrem, e elas não têm capacidade de transportar
a água e, portanto, de devolver a água para o ar; enquanto, nas áreas florestadas,
a vegetação permanece verde durante o ano inteiro, o que significa
que ela continua bombeando água também na época da seca. Isso implica em
prever a possibilidade do aumento do perigo de ter supersecas, de quando em
vez, na Amazônia.

Existem dados de 31 anos, para Altamira, na Transamazônica, que indicam
a chuva mensal, a média mensal, e um desvio-padrão. Esses dados indicam
a existência de uma tremenda variação, de um ano para outro, na quantidade de
chuva que cai. E, nas épocas de estiagem, é muito fácil de se observar o prolongamento de um período seco, o qual, via de regra, é de um mês a mais, um
mês a menos; mesmo sem desmatamento.

Os desmatamentos, em grande escala, aumentam essa variabilidade, ocorrendo mínimo de chuva de estiagem, aumentando muito o perigo de ocorrer secas muito mais longas do que as atuais: um prejuízo potencial não só para a agricultura, como também para a sobrevivência da própria floresta. Temos já os primeiros resultados de um estudo que está sendo feito ao norte de Manaus - nas fazendas, no distrito agropecuário da
SUFRAMA — no projeto WWF e INPA, numa área onde ocorrem ilhas de matas
deixadas no meio das pastagens.

Existem, aí, mais de 80 mil árvores, todas com etiquetinhas de alumínio; o conjunto sendo mapeado e seguido, para se ver quando cada árvore morre, como é que morre, entre muitas outras observações.

Já se observou que, nas matas, as árvores situadas em beiradas das reservas
morrem muito mais rapidamente do que aquelas que estão mais interiorizadas.
Esse seria um efeito do ressecamento — do stress hidráulico — que essas árvores
estão sofrendo. Aconteceria o seguinte: com a abertura da copa da floresta, com
a morte das árvores, isso acarreta, a nível regional, uma diminuição da chuva,
fato que implica ainda em mais ressecamento na floresta, mais mortalidade de
árvores e, logo, mais aberturas no dossel das florestas.

Também, a nível local,expõe a floresta para a entrada direta do sol e do vento, ressecando mais o conjunto. E, aí, ocorrem dois círculos viciosos de degenerescencia florestal.

Trata-se de um fenecimento diferencial. Nas reservas do WWF, onde árvores,
na beirada, muitas vezes, morrem em pé. Esse fato indica que não são puxadas
por cipós ou outras coisas para provocar a morte. Seria mais provável por causa
do ressecamento do microclima nesses lugares, uma coisa facilmente perceptível,
para quem caminha da derrubada para dentro da floresta.

Existe um perigo nesse tipo de disclímax, que é o desvio da sucessão ecológica: no caso, ao invés do retorno para algum tipo de floresta com árvores, de se caminhar para tipos de gramíneas. Numa pastagem degradada no Acre, em solos muito degradados,
ao invés de retornarem embaúbas, numa vegetação secundária, entraram
espécies de andrópolos, chamadas de rabo-de-cavalo, que se alastram especialmente
em solos degradados.

Trata-se de um tipo de ocorrência muito mais comum na Ásia do que na América do Sul. No caso, ao invés do retorno da floresta, sucedem-se gramíneas invasoras: um fato que deve estar relacionado ao ressecamento do clima, e que aumenta muito o impacto do desmatamento, tanto sobre o ciclo das chuvas como também sobre o efeito estufa.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Chuva no Rio de Janeiro

Por que sempre quando chove no Rio isto acontece ?

- Ruas intransitáveis;
- Redes de esgoto entupidas e sem capacidade de escoamento;
- Deslizamentos de terra;
- Lixos não recolhidos provocando os entupimentos;

O fato é que para cada problema deve haver soluções específicas. E prevenir o caos.
Afinal seremos a sede da Copa e das Olimpíadas !!!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Pensamento

Aquele que diz: sei , não sabe ; porque quem sabe não diz

quarta-feira, 17 de março de 2010

O Rio se mexe

O RIO SE MEXE

O governador do Rio, SÉRGIO CABRAL (PMDB), agrupa lideres políticos de todo o estado e mobiliza a massa de cargos comissionados, principalmente, para um ATO político na Cinelândia, dito "em defesa dos royalties do petróleo" e "contra a Covardia". A matéria já está nas mãos dos senadores, e nada mais oportuno e interessante para os mesmos, já que este é um ano eleitoral, a pauta tem apelo nacional e os holofotes da mídia estão por todos os lados, além de ter pelos corredores do senado os maiores cabos eleitorais da nação, os prefeitos e vereadores. Então, com tudo isso, não creio que o pedido de pressa pela apreciação da matéria, feito pelo Governo Federal, vá ser atendido assim tão simplesmente. Vejo mais oportunismo e ideologia barata que pragmatismo nessa discussão. O deputado IBSEN, que emendou a PEC do Pré-Sal, agora sugere ao Senado que tire do Governo federal para irrigar os Estados e municípios produtores (demagogicamente jogando pra galera e evitando "se queimar"); o líder do governo, senador JUCÁ, disse que sequer abre discussão com esse viés de retirar uma prata do Governo Federal (preciosismo desavergonhado com os interesses nacionais); o GABEIRA solta NOTAS pelo mailling dizendo que semeia o entendimento que salvará a todos ( que figura !!); o DORNELLES assegura que já deu cabo às soluções esperadas; o CRIVELLA chuta na canela dos outros pra dizer que está a frente dessa movimentação em favor dos produtores. O presidente da Abramt, ERNANE PRIMAZZI, (entidade que congrega municípios produtores), embora não seja do Rio, tem interesse direto na questão e, mesmo tendo sido abandonado à própria sorte pelo governador do seu estado, o SERRA, ao invés de partir para o senado com os 21 membros associados, e se instalar na porta de entrada daquela instituição, optou por Miami/EUA. É lá que está hoje, tamanha a preocupação com essa agenda. Estranhamente, a Petrobrás não se envolve na questão, ao menos para demonstrar aos legisladores que mais que o bônus, há o ônus que não está sendo observado nesse debate. Dessa maneira, o Rio se mexe, mas essa prosa -a meu ver- parece que já está com seu resultado decidido desde muito antes de ser iniciada publicamente, mas como tem gordura- todo mundo quer beliscar um pouco e se aproveitar bastante dos resulatdos dessa briga.
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segunda-feira, 15 de março de 2010

Querem garfar o Rio de Janeiro novamente

Se a capital do Basil fosse ainda o Rio de Janeiro o Lula já estaria com muita gente protestando na sua porta.” Essa foi a primeira idéia que veio à cabeça do cientista político Carlos Novaes ao pensar no cenário do Rio de Janeiro como sede do atual governo.

De fato, se a capital ainda estivesse à beira-mar, a pressão popular sobre as decisões do governo federal seria muito maior do que se vê em Brasília. O adensamento urbano carioca possibilitaria a reunião de grandes massas em movimentos reivindicatórios. Basta dizer que no Rio vivem hoje cerca de 5000 habitantes por quilômetro quadrado. Em Brasília, o número cai para 400.

E esse contingente seria bem maior se a nossa Cidade Maravilhosa ainda abrigasse a administração federal. De 1960, ano da transferência da capital, a 2000, data do último censo, a população carioca foi a que menos cresceu entre as capitais. Não se pode afirmar que o Rio acompanharia o ritmo de crescimento de São Paulo, nem que receberia os migrantes que povoaram Brasília. Afinal, a capital paulista passou por uma explosão demográfica incomum, motivada pela industrialização, e o novo Distrito Federal nasceu do nada, atraindo muita gente interessada na sua construção. Mas pode-se dizer que a mudança da capital estimulou dois tipos de movimento, que contribuíram para o esvaziamento do Rio: imigrantes passaram a preferir destinos como São Paulo e Brasília, em vez da antiga capital, e antigos moradores emigraram, alguns envolvidos com a burocracia federal, outros pela queda da qualidade de vida na cidade. De fato o Rio de Jaeiro perdeu muito.

De fato, a perda do status de capital levou consigo o dinheiro ligado à presença da burocracia, gerando um empobrecimento da cidade, que culminaria, ao longo dos anos, no crescimento da informalidade e na escalada da violência. Segundo o sociólogo Luís Antônio de Souza, do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo, a presença do poder público federal poderia ter evitado muitas das agruras sofridas pelos cariocas nos últimos 40 anos.

“Poderia haver maior controle sobre o tráfico de drogas e armas, com a presença dos Três Poderes”. Souza não descarta, entretanto, um outro panorama, muito mais pessimista. Como capital, o Rio receberia um fluxo maior de imigrantes, veria crescer ainda mais as favelas e subúrbios e as áreas mais ricas e seguras se isolariam definitivamente. “Nesse caso, a cidade seria ainda mais violenta.”

Ao mesmo tempo em que o Rio de Janeiro se esvaziava, Brasília crescia, baseada em vultosos empréstimos externos e financiamento inflacionário. Calcula-se que a construção do novo Distrito Federal tenha custado de 2% a 3% do PIB, ao longo dos quatro anos de obras. Em valores atuais, isso representaria um investimento de 6 a 10 bilhões de reais por ano, valor semelhante ao Orçamento anual da cidade do Rio, calculado em 8 bilhões de reais para 2003. Ou seja, sem Brasília, nossa dívida externa com certeza seria menor e, conseqüentemente, os juros, hoje, seriam menores.

Mas a construção de Brasília teve outras conseqüências, além de onerar as contas públicas. Primeiro, estimulou o povoamento de algumas regiões do Centro-Oeste, principalmente no entorno da nova cidade e ao longo das rodovias construídas para ligar a capital ao resto do país. Sem esse impulso, o interior do país ainda seria uma espécie de faroeste, uma terra meio sem lei, isolada por milhares de quilômetros do centro de poder. Além disso, a mudança da capital pariu uma classe profissional que se nutriu não só de muito dinheiro, mas de poder para interferir na vida política brasileira: os empreiteiros. “Houve muita promiscuidade no trato com esse tipo de empresário”, afirma Maria Victoria Benevides, cientista política.

Brasília, no entanto, não gerou apenas problemas políticos e econômicos. No Planalto Central nasceram, a partir dos anos 80, algumas das principais bandas do rock brasileiro. Segundo o crítico Arthur Dapieve, “a porção mais politicamente engajada do nosso rock nasceu ali”. E não foi por acaso. A proximidade do poder, o contato com culturas estrangeiras por meio de filhos de embaixadores e o fato de a maioria dos roqueiros brasilienses ter pais ligados ao funcionalismo público são algumas razões para o surgimento desse movimento no Distrito Federal. Sem isso, adeus aos versos de Legião Urbana, Plebe Rude, Capital Inicial e Raimundos.

Mas agora querem tirar o direito do Rio receber os royalties do petróleo e outros valores relacionados a sua exploração . É demais !! Novamente querem impedir o Rio de crescer. Este estado que melhor representa o país no exterior vai sucumbir, vai falir se nenhuma providência for tomada. Será que não é hora de pensarmos em um movimento separatista ? Ou o Rio ter uma maior ou melhor representaividade no cenário Nacional ? E as Olimpíadas ?

Queria saber se o Rio ganhou com a exploração da cassiterita no Norte, com a borracha ( látex) da Amazônia, com as minas de Minas Gerais, com o ouro de Serra Pelada, com a plantação de melão do Nordeste, com octoberfest do Sul etc.

Isto está virando uma sacanagem, ou melhor , uma Cabanagem !!